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Pesquisa realizada pelo Rasmussen Reports indicou que 48% dos norte-americanos escolheriam Oprah Winfrey para a presidência dos Estados Unidos em 2020, contra 38% que prefeririam o atual presidente Donald Trump. Os resultados foram considerados surpreendentes, já que o Rasmussen Reports é conhecido por ser um instituto com inclinações republicanas.

Segundo o levantamento, realizado com 1.000 entrevistados, 76% dos democratas, 22% dos republicanos e 44% dos independentes escolheriam a apresentadora. O apoio ao nome de Oprah é maior sobretudo entre as mulheres negras nos EUA, um grupo demográfico que demonstrou pouco apoio a Trump desde o anúncio de sua candidatura.

Os boatos em torno da candidatura de Oprah surgiram após o emocionante discurso da apresentadora ao receber o troféu Cecil B. DeMiles no Globo de Ouro (ela foi a primeira mulher negra a ser agraciada com a distinção). Logo no início da cerimônia, o apresentador Seth Meyers já havia feito piada sobre o assunto ao dizer que ao chamar Obama de despreparado para o cargo, convenceu o democrata a tentar a reeleição. “Não concorra à presidência, Oprah. E Tom Hanks, não concorra à vice-presidência”, brincou.

Logo após o fim da festa, dois amigos próximos de Oprah disseram em condição de anonimato que ela estava considerando se candidatar.

Via Revista Fórum com informações do Brasil 247

A Associação Nacional de Travestis e Transexuais (ANTRA) divulgou, nesta segunda-feira (8), o Mapa dos Assassinatos da população trans no Brasil em 2017 e os dados são alarmantes: a cada 48 horas uma pessoa transexual ou travesti é assassinada no Brasil.

Foram contabilizados pelo estudo 179 assassinatos, sendo 169 de mulheres trans e 10 de homens trans. De acordo com o mapa, 60% das vítimas tinham entre 16 e 29 anos.

O estudo da ANTRA revela ainda outro dado grave: deste total de assassinatos, em 85% dos casos há evidências de requintes de crueldade.


O estado de Minas Gerais é o que mais mata a população trans, com 20 assassinados. Ele é seguido da Bahia, com 17 assassinatos, São Paulo e Ceará, com 16 casos e Rio de Janeiro e Pernambuco, onde foram registrados 14 casos.

O levantamento foi disponibilizado no formato de um mapa interativo. Confira a íntegra clicando aqui.

Via Revista Fórum com informações de NLucon

Foi marcada para o próximo dia 27 a marcha de São Paulo em referência ao Dia Nacional da Visibilidade Trans, comemorado em 29 de janeiro. Organizada desde 2016 pelo Centro de Apoio e Inclusão Social de Travestis e Transexuais – CAIS, uma entidade da sociedade civil sem fins lucrativos, a “3ª Caminhada pela Paz: Sou Trans, Quero Dignidade e Cidadania” ocorrerá a partir das 14h na avenida Paulista, com concentração no vão livre do Masp.

Em seu primeiro ano, o tema da marcha foi “Sou Trans, Quero Dignidade e Respeito”. No ano seguinte, com um número maior de participantes, o ato saiu com o lema “Sou Trans, Quero Dignidade e Emprego”. Este ano, o foco do ato é dignidade e cidadania à população trans.

“Em 2018, objetivando mobilizar a sociedade em torno do debate para a promoção da cidadania de travestis, pessoas transexuais e intersexo. Assim, em 27 de janeiro próximo, pretendemos mobilizar a sociedade em torno do tema Sou Trans, Quero Dignidade e Cidadania. Desejamos afirmar que os direitos e deveres desta população estão interligados, sendo que o respeito e cumprimento de ambos contribuem para a construção de uma sociedade mais equilibrada e justa”, escreveram os organizadores no evento do ato no Facebook.

De acordo com a ONG Transgender Europe, o Brasil é o país onde mais se mata transexuais no mundo. Para se ter uma ideia, das 2.190 mortes registradas de transgêneros e transexuais em todo o planeta entre 2008 e junho de 2016, 868 mortes ocorreram no Brasil – cerca de 40%. Este número representa também mais de metade das mortes em toda a América Central e América do Sul.

Via Revista Fórum
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O artista Stan Lee está sendo acusado de assédio e abuso sexual por enfermeiras, que trabalharam em sua casa, em Hollywood. As informações são do jornal “Daily Mail”.

Segundo a publicação, o criador da Marvel teria apalpado e assediado diversas jovens enfermeiras contratadas para cuidar dele. O lendário artista de 95 anos – criador de Homem-Aranha, Hulk, Homem de Ferro, Quarteto Fantástico e Thor -, teria exigido sexo oral durante o banho e caminhava nu pela mansão.

A empresa, que costuma atender a diversas celebridades, estaria em uma disputa legal contra Lee. Mas a polícia ainda não registrou nenhuma queixa legal. O advogado de Lee conversou com o “Daily Mail” e negou categoricamente as “falsas e desprezíveis” acusações e disse que tem total intenção de limpar seu “estelar bom nome” e seu “caráter impecável”.

O advogado ainda sugere que acusações são parte de uma extorsão. “O senhor Lee não será extorquido nem chantageado, e não vai pagar qualquer dinheiro a ninguém, pois não fez absolutamente nada de errado”, informou o representante.

Uma fonte do jornal que tem conhecimento da situação afirmou que “Stan Lee é um velho homem que aparentemente perdeu a noção da realidade. Ele parece não se importar com o que as pessoas pensam dele, ele está perdendo o filtro”.

Via Revista Fórum com informações do G1
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A estreia de "Deus Salve o Rei", nova novela das 19h da Rede Globo, registrou excelentes índices de audiência e foi um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

Escrita por Daniel Adjafre, a trama conta a história de amor entre Amália (interpretada por Marina Ruy Barbosa) e Afonso (Rômulo Estrela) e a disputada entre os reinos de Montemor e Artena.

De acordo com os dados prévios do Ibope na Grande São Paulo, "Deus Salve o Rei" foi líder absoluta com 28.9 pontos de média e 30.8 de pico. A estreia superou as antecessoras "Pega Pega" (28 pontos), "Rocky Story" (26), "Haja Coração" (27) e "Totalmente Demais" (25).

Nas redes sociais, a trama global foi um dos assuntos mais comentados. Internautas elogiaram as personagens de Marina Ruy Barbosa e Bruna Marquesine, além da qualidade técnica da produção, sobretudo da abertura.

Confira alguns tweets:











Foto: Reprodução
Mais de 300 atrizes, escritoras, diretoras, agentes e outras executivas do entretenimento revelaram uma iniciativa para enfrentar o assédio sexual generalizado em Hollywood e em empregos da classe trabalhadora em todo os Estados Unidos. O plano, chamado Time’s Up, inclui um fundo de defesa legal que até agora arrecadou US$ 13,4 milhões (cerca de R$ 44,6 milhões) da sua meta de US$ 15 milhões para proporcionar apoio legal subsidiado a mulheres e homens que foram sexualmente assediados, agredidos ou abusados em seu local de trabalho.

A iniciativa presta atenção especial a pessoas com baixos salários, como empregadas domésticas, porteiros, garçonetes, trabalhadores de fábricas e da agricultura. “Com muita frequência, o assédio persiste porque os perpetradores e os empregadores nunca enfrentam nenhuma consequência”, expressaram as promotoras do plano, em uma carta aberta publicada no site do grupo, assim como em um anúncio de página inteira no The New York Times e no jornal em espanhol La Opinión.

“Seguimos comprometidos a fazer com que nossos lugares de trabalho sejam responsáveis, promovendo mudanças rápidas e efetivas para que a indústria do entretenimento seja um lugar seguro e equitativo para todos”, afirma a carta. Também promete contar “histórias de mulheres através de nossos olhos e vozes com o objetivo de mudar a percepção e o tratamento das mulheres de nossa sociedade”. E chama as mulheres para se vestirem de preto na cerimônia dos Globos de Ouro de domingo (7), como uma declaração contra a desigualdade de gênero e racial, assim como para aumentar a consciência sobre os esforços do grupo.

O movimento se formou depois de que uma avalanche de acusações pôs fim à carreira de homens poderosos do entretenimento, dos negócios, da política e dos meios de comunicação, provocada pelo escândalo de má conduta sexual do produtor de Hollywood Harvey Weinstein.

Entre os membros do Time’s Up estão as atrizes Cate Blanchett, Ashley Judd, Natalie Portman e Meryl Streep (foto), a presidente da Universal Pictures, Donna Langley, a escritora feminista Gloria Steinem, a advogada e ex-chefe de gabinete de Michelle Obama, Tina Tchen, e uma das presidentes da Nike Foundation, Maria Eitel.

Via Revista Fórum com informações do G1
Foto: Instagram / Bruno Montaleon/ Via Assecom RN
Até pouco tempo uma vila pacata de pescadores, a beleza paradisíaca de São Miguel do Gostoso foi descoberta, nos últimos anos, por celebridades do mundo artístico, encantadas também com a infraestrutura de pousadas para todos os gostos e restaurantes para agradar o paladar mais sofisticado.

O fato tem rendido mídias espontâneas em revistas e alguns dos maiores sites do país com editorias focadas neste universo artístico. Foi o caso da jornalista “global” Fátima Bernardes, que passou uma semana hospedada com o namorado em “Gostoso” e foi manchete em dezenas de publicações.

A mega estrutura montada para os cinco dias de festa culminando com a virada de ano também atraiu dezenas de celebridades. Casos da filha de Xuxa, Sasha Menegel, acompanhada do namorado, do ator Bruno Mantaleone; das modelos Aline Riscado e Bárbara Evans; da ex-BBB Cacau; da dançarina Dani Bananinha e outros.

“São Miguel do Gostoso é nosso principal destino turístico ao Norte do Estado potiguar e destaque como atrativo mais promissor do Pólo Costa das Dunas, que abrange cidades do litoral e do Rio Grande do Norte, incluindo a capital Natal”, apontou o secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar.

No período do réveillon, os 1.500 leitos disponíveis em São Miguel do Gostoso estavam ocupados. Segundo a secretária de Turismo do município, Janielle Linhares, essa ocupação se dá pela tranquilidade característica da praia, sua infraestrutura e hospitalidade do povo.  

“Casas residenciais também foram alugadas para atender a demanda turística no período que antecedeu o réveillon. Nessa primeira semana de janeiro, mesmo com a volta ao trabalho, devemos estar hoje com cerca de 90% de ocupação e é fácil esbarrar com celebridades pela praia ou pelas ruas da cidade”, se orgulha a secretária.

PRAIA LIMPA

Além da beleza natural de Gostoso e a infraestrutura hoteleira e gastronômica, o turista também desfrutará, em breve, de um município 100% saneado. A obra é de responsabilidade do Governo do Estado, com recursos do Governo Cidadão via empréstimo do Banco Mundial e teve início no último mês de junho.

“Priorizamos essa obra que proporcionará melhor qualidade de vida à comunidade e melhor infraestrutura turística. Portanto, uma ação que beneficia o turismo, a saúde pública e a economia da região, já que turismo gera emprego e renda e saneamento gera economia nos custos de saúde”, enfatizou Ruy Gaspar.

Via Assecom/RN
Foto: Reprodução/Agência Brasil
No Brasil, os números dos últimos anos apontam para uma desaceleração tanto no número de diagnósticos quanto na mortalidade por tuberculose. Mas a quantidade de novos casos da tuberculose a cada ano ainda é considerada alta, principalmente entre populações mais vulneráveis, como os indígenas, pessoas privadas de liberdade e em situação de rua.

Cerca de 75 mil casos novos e reincidentes de tuberculose foram registrados no país em 2016. O montante corresponde a aproximadamente 200 casos por dia no país. Estima-se que desse total aproximadamente, 6 mil pessoas (8%) vivem com HIV. No mundo, cerca de 10,4 milhões de pessoas foram infectadas por tuberculose em 2016, sendo que 10% das vítimas têm HIV.

O Brasil tem um terço (33%) de toda a carga de tuberculose das Américas e figura no grupo de países que congregam quase 40% de todos os casos de tuberculose do mundo e cerca de 34% dos casos de coinfecção com HIV. O dado preocupa a OMS, que tem visto com “cuidado o que a tuberculose vem causando no país”.

“Embora nos últimos 15 anos tenha havido uma queda de aproximadamente 2% dos casos ao ano, ainda é um número muito elevado. São 70 mil casos por ano, então a Opas vê com muita preocupação, embora considera-se que haja uma boa perspectiva de controle”, disse Fábio Moherdaui, consultor nacional de tuberculose da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).

A Agência Brasil publica esta semana uma série de matérias sobre a infecção simultânea de pessoas com o vírus HIV e a bactéria da tuberculose. Menos da metade das pessoas com ambas as infecções tomam antirretrovirais.

Questões sociais

A tuberculose está diretamente ligada a desafios sociais, como a pobreza, miséria, exclusão, invisibilidade e preconceito. Além das pessoas soropositivas, as populações indígena, carcerária e pessoas em situação de rua estão entre os mais vulneráveis a contrair a doença. Moradores de rua chegam a ter 56 vezes mais chance de contrair a tuberculose por combinar diferentes vulnerabilidades, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Quanto mais pobre é uma pessoa, maior é o risco de ela adquirir tuberculose. A população indígena, na hora de dormir, vai pra maloca, bota a fogueira e fica todo mundo encolhido, respirando o mesmo ar. E ainda tem a questão do fumo, ou da fumaça da fogueira, que reduzem a capacidade do pulmão de se proteger contra a infecção. Na população em situação de rua, muitas vezes eles estão desnutridos e com a imunidade baixa, e se você associa isso a pessoa que usa crack, ou que tem HIV, então tem um prato cheio pra tuberculose”, explica o infectologista Rafael Sacramento, integrante da Organização Médico sem Fronteiras.

Dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mostram que as pessoas privadas de liberdade, apesar de representarem cerca de 0,3% da população brasileira, correspondem a 9,2% dos pacientes de tuberculose no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, a cada 100 mil presos, 897 são contagiados dentro do sistema prisional, enquanto que entre a população geral essa taxa é de 36 a cada 100 mil pessoas.

Especialistas explicam que boa parte deles já chega infectado nos presídios, porque já viviam em situação de vulnerabilidade e pobreza antes de iniciar o cumprimento da pena. Mas a chance de desenvolver a doença aumenta dentro do presídio devido às condições insalubres do ambiente. “As pessoas vivem amontoadas, respirando o mesmo ar, com pouca ventilação, com pouca entrada de sol, e isso também favorece a disseminação da tuberculose lá dentro”, descreve Sacramento.

O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que vai lançar no segundo semestre deste ano uma campanha educativa em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para orientar profissionais de saúde, agentes e familiares que têm contato com os encarcerados. A ideia é sensibilizá-los para comunicar possíveis sintomas da doença.

Observação dos sintomas

A tuberculose se caracteriza pela infecção do chamado bacilo de Koch, entre outros agentes, e é transmitida pelo ar. A pessoa infectada pela tuberculose pulmonar tem geralmente os seguintes sintomas: tosse constante por duas ou três semanas, escarro (às vezes com presença de sangue), dor no peito, fraqueza, perda de apetite, de peso, febre e sudorese. Nos casos em que a tuberculose afeta outros órgãos, os sintomas podem variar.

Se o paciente seguir de forma regular a terapia padrão com os quatro medicamentos básicos, ele tem 100% de chance de cura, caso não esteja infectado pelo tipo resistente da tuberculose. O tratamento dura pelo menos seis meses e pode se estender por até um ano. Se não aderir ao tratamento adequadamente, o indivíduo pode infectar de 10 a 15 pessoas no período de um ano, segundo estimativa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Nem sempre a infecção evolui para a doença, mantendo-se de forma latente no organismo. Além das pessoas que vivem com HIV, pacientes com diabetes, fumantes ou alcoólatras, ou que apresentam qualquer condição que reduza a imunidade também estão mais propensos a desenvolver a enfermidade.

Os principais testes realizados no país para detectar a tuberculose pulmonar são a baciloscopia (conhecida como exame do escarro) e a cultura. Eles podem ser feitos na rede pública de saúde. “A gente tem também o exame molecular. O nome da máquina mais comum é genexpert e ela consegue dizer se tem a bactéria no escarro em duas horas e ainda diz se tem resistência primária à rifampicina e a isoniazida, que são as duas drogas do tratamento básico. Se esse tipo de teste fosse popularizado e estivesse realmente disperso em todas as unidades de saúde, a gente aceleraria o diagnóstico. E uma vez no tratamento, em cerca de 21 dias a pessoa já não transmite mais”, afirma o infectologista Rafael Sacramento.

Além da baixa capacidade de testagem, o médico aponta ainda que outro empecilho para o diagnóstico e tratamento precoce da coinfecção de tuberculose e HIV é o medo do preconceito em razão do estigma que ainda cerca as duas doenças. “Se a gente conseguisse reduzir o preconceito, as pessoas revelariam mais cedo, fariam o teste mais cedo e teriam acesso ao tratamento cada vez mais cedo e isso seria um grande promotor de saúde. O estigma e a baixa capacidade de testagem mantêm as pessoas distantes do tratamento, afirmou Sacramento.
Foto: Divulgação/Agência Brasil
Depois de 28 anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) vai atualizar a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID, sigla em inglês). A previsão é que a definição de vários transtornos mentais seja reformulada e inclua novos conceitos, como o transtorno por jogos eletrônicos e o transtorno de incongruência de gênero.

A CID é um sistema que foi criado para listar, sob um mesmo padrão, as principais enfermidades, problemas de saúde pública e transtornos que causam morte ou incapacitação de pessoas, além de orientar a conduta de profissionais de saúde na identificação e tratamento dessas doenças.

A referência para a formação da CID é a Nomenclatura Internacional de Doenças, da OMS. No Brasil, a CID baseia as definições dos principais levantamentos estatísticos elaborados pelo Ministério da Saúde.

Atualmente, está em vigor a CID-10, que foi aprovada em 1990. A versão consolidada da nova classificação, que será chamada CID-11, deve ser avaliada durante a Assembleia Mundial de Saúde, prevista para maio deste ano, em Genebra, na Suíça.

Saúde mental

A classificação de 1990 está sendo revisada há alguns anos por uma série de especialistas de diferentes áreas e países, incluindo o Brasil. As mudanças em debate que têm chamado mais atenção são as relacionadas à saúde mental.

Entre as principais alterações, está a inclusão na lista de transtornos mentais ocasionados por comportamentos obsessivos do chamado gaming disorder ou “transtorno por jogos eletrônicos”.

Segundo a OMS, o uso abusivo de internet, computadores, smartphones e outros aparelhos eletrônicos, além do descontrole no uso de videogames, aumentou drasticamente nas últimas décadas e este aumento veio associado a casos documentados de consequências negativas para a saúde. Mas, o assunto ainda está sendo discutido pelos especialistas que participam do processo de definição das novas diretrizes.

“Existe um debate se a CID-11 deveria incluir uma categoria de Gaming Disorder, algo como Transtorno por Jogos Eletrônicos, como parte de um comportamento de jogo persistente ou recorrente caracterizado por um descontrole sobre o jogo, em prejuízo de outras atividades na medida em que o jogo tem precedência sobre outros interesses e atividades diárias, mesmo quando a continuação de jogos implica a ocorrência de consequências negativas. Se a falta de autocontrole em relação a videogames será legitimada como transtornos específico é tema de debate, uma vez que há dúvidas de como definir o conceito”, explicou o psiquiatra Jair Mari, coordenador dos Estudos de Campo no Brasil para o Desenvolvimento da Classificação dos Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-1.

Segundo Mari, que também é professor titular do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (USP), a 11ª revisão da CID é muito mais ampla e reformula a apresentação de vários transtornos, como o Obsessivo Compulsivo, que deixa a categoria de transtornos neuróticos e passa integrar o conjunto de distúrbios caracterizados por pensamentos e comportamentos repetitivos.

Há também a eliminação dos subtipos da esquizofrenia, além de mudanças na classificação dos transtornos do humor, ansiedade, estresse, alimentares e os relacionados ao uso de substâncias, entre outros.

Incongruência de gênero

Ao longo dos séculos, a classificação passou por várias mudanças. As primeiras tentativas de listar as principais doenças que mais causavam mortes datam do século 17.

Uma das mudanças mais polêmicas em toda a história da CID foi a inclusão do termo homossexualismo, em 1948, na categoria personalidade patológica. Na década de 60, o homossexualismo passou a ser considerado como um desvio na categoria de transtornos sexuais e na década de 70 foi incluído como um transtorno mental.

Em 1990, quando foi feita a última revisão da CID, a OMS retirou a homossexualidade da classificação como uma doença mental. A data de exclusão do termo homossexualismo como um distúrbio, 17 de maio, se transformou no Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia.

A CID-11 também deve apresentar uma mudança significativa, dessa vez especificamente com relação ao tema da transexualidade, que será deslocada do rol das doenças mentais - onde figura como Transtorno de Identidade de Gênero - para outra categoria. Na nova CID, a condição da transexualidade poderá ser definida como “incongruência de gênero”.

O professor Mari explicou que a mudança na definição não impedirá o acesso a possíveis tratamentos, como terapias hormonais ou cirurgias de readequação sexual. Também está sendo proposta uma categoria específica para as crianças com incongruência de gênero.

Impacto da revisão

Assim como o transtorno de incongruência de gênero, os Transtornos de Sono-Vigília e de Disfunções Sexuais serão classificados como transtornos, porém, em outro lugar, não mais debaixo da seção de Transtornos Mentais, como na CID-10.

O professor explicou que foi proposta ainda a exclusão dos subitens “orgânico e não orgânico” para definir as disfunções sexuais, com o objetivo de eliminar “a falsa dicotomia entre mente e corpo”. Também devem ser removidas as categorias “aversão sexual” e “falta de prazer sexual”, que geralmente são associadas a ideia de frigidez feminina.

Os transtornos de preferência sexual passarão a ser chamados de Transtornos Parafílicos, “os quais envolvem interesses sexuais atípicos sem consentimento da outra parte e/ou que haja ameaça ou intimidação”.

A nova classificação deve excluir ainda as categorias “fetichismo” e “travestismo fetichista” e manter apenas a pedofilia e o sadismo, que configuram importância de saúde pública.

“O item sadismo provavelmente será acrescido da palavra coercivo para diferenciar da prática de forma consensual. Espera-se que as propostas sugeridas melhorem a conceituação destas condições de saúde, promovam a melhoria do acesso aos serviços de saúde, a formulação de leis mais adequadas, políticas e padrões de atendimento e reduzam a discriminação”, disse Jair Mari.

O especialista alerta que a classificação pode limitar, no campo da psiquiatria, as possibilidades de definição de problemas complexos ocasionados por diferentes causas, muitas vezes imprecisas, como a esquizofrenia.

Rotina clínica

“O diagnóstico ocupa lugar especial na rotina clínica de um psiquiatra. As categorias diagnósticas fornecem as bases para que o clínico possa armazenar as suas experiências através da observação dos sinais e sintomas, buscando na classificação das síndromes o seu melhor tratamento, e a predição de um melhor prognóstico para o paciente. Há, contudo, um esgotamento do modelo diagnóstico adotado pelos manuais atuais, como o DSM-5, recém-lançado e a CID11, que está em fase de preparação. Este paradigma de distinção diagnóstica com base em classificações categóricas pode estar dificultando o desenvolvimento da psiquiatria”, argumentou Mari.

No entanto, ele destaca que a importância da CID como resultado das mudanças na sociedade e na medicina.

“A CID-11 reflete o conhecimento atual de um campo em constante evolução, uma vez que o avanço científico na área deve proporcionar mudanças futuras que a psiquiatria brasileira tem acompanhado, hoje com participação ativa no processo de pesquisa colaborativa com pesquisadores de centros renomados internacionais”, afirmou Mari.

Segundo a OMS, no Brasil é possível ainda que a epidemia do vírus Zika, que atingiu fortemente o país a partir do fim de 2015, possa motivar a inclusão da Síndrome Congênita do Zika no novo catálogo.

A síndrome afetou a formação milhares de recém-nascidos e apresenta uma série de sintomas clínicos e malformações neurológicas que ainda estão sob investigação.

Via Agência Brasil
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A Estante Virtual funcionava, há dez anos, como um “sebo online”, em que donos de livros colocavam seus produtos novos ou usados à venda. Até a venda para a Livraria Cultura, eram 4 milhões de clientes cadastrados na plataforma, considerada, até então, uma iniciativa inovadora de venda de livros em meio à concentração cada vez mais intensa que vem acabando com os livreiros e as pequenas livrarias.

Nas redes sociais, leitores e consumidores criticaram.  “A Livraria Cultura ou melhor, o seu pool de investidores, comprou os anos de trabalho do Estante Virtual e dos sebos associados pra estabelecer uma plataforma de vendas na internet. Concentração e monopólio é o nome. O romantismo dos “pequenos” na internet vai minguando. O último ato será o fim da neutralidade na rede”, escreveu um usuário do Facebook. “Concentração do capital até no mercado de livros usados. Absurdo! Tudo está virando monopólio. Onde está o espaço para o tal do empreendedorismo e o livre mercado? Ou é conversa pra boi dormir?”, questionou outro internauta.

A compra da Estante Virtual vem em meio a uma investida de aquisições da Livraria Cultura. Recentemente, a empresa comprou a operação de e-commerce da Cnova, rede que reúne Casas Bahia, Ponto Frio e Extra, e ainda adquiriu a operação brasileira da Fnac, multinacional francesa com 12 lojas em sete Estados.

Via Revista Fórum
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A queima de fogos na virada de ano é tradição em muitas cidades do país. Mas o que é motivo de alegria e deslumbramento entre as pessoas, acaba sendo um momento de desespero para os animais, silvestres e domésticos. É possível, entretanto, criar um ambiente seguro para os animais de estimação, para minimizar os riscos de fuga ou para evitar que eles se machuquem.

“A nossa capacidade humana de perceber o mundo não é a mesma dos animais. A sensibilidade de audição e visão pode ser mais ou menos apurada para cada espécie. Nós temos uma capacidade de um gradiente de cores muito mais complexo que a maioria dos animais, mas a percepção auditiva deles é mais apurada que a nossa”, disse a médica veterinária Vânia Plaza Nunes, diretora técnica do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal e especialista em comportamento e bem-estar animal.

Os riscos para os animais, segundo Vânia, são vários. A luz e o brilho dos fogos de artifícios podem causar mais impacto nos animais noturnos por exemplo, como os morcegos e os gatos. “Eles têm uma acuidade visual muito grande, então pouca luz já é suficiente. Então aquilo [fogos] causa pânico, porque foge ao padrão normal a que eles estão acostumados", explicou.

Para o olfato, as bombas e fogos também são prejudiciais, pois liberam pólvora e outras substâncias químicas e metais. Mesmo quando os fogos são disparados de balsas no mar, como no Rio de Janeiro, as substâncias se depositam na água, onde também há muitas espécies de animais.

“Com o som, o problema é mais grave ainda”, disse a especialista, pois eles captam os infrasons e os ultrasons, que não são percebidos pelos humanos. “Os morcegos usam isso para se orientar. Se você solta fogos em área perto de mata, eles vão perder a capacidade de voar, podem cair, entrar na casa das pessoas. Para os cães e gatos aquilo também não faz parte do comportamento normal, eles ficam muito assustados”, explicou Vânia.

Segundo a médica veterinária, nesses momentos, os animais têm o chamado comportamento de luta e fuga, que é o comportamento instintivo que todos os seres vivos têm para tentar se defender. Ela explicou que, assim como os animais, pessoas com autismo e crianças pequenas também se incomodam com os efeitos dos fogos.

Preparando o ambiente

Vânia dá dicas que podem ser adotadas para amenizar o estresse e evitar que os animais fujam ou se machuquem. Nas horas mais próximas à virada, para quem ainda tem aves em gaiola, ela orienta a deixá-las em um ambiente fechado e supervisionar os animais. “Deixar água suficiente apenas para beber, mas sem risco de se afogarem caso sofram uma queda”, disse.

Para cães e gatos não é recomendado administrar calmantes, mas, uma semana antes do Réveillon, eles podem usar florais de Bach, que são extratos naturais que ajudam a acalmar. “E sempre que possível, procurar orientação do veterinário”, disse Vânia.

Segundo ela, com antecedência, é possível preparar um ambiente confortável para o animal de estimação e, aos poucos, ir acostumando-o com esse ambiente. É importante não deixar objetos que ele possa derrubar e não deixar portas ou janelas abertas, mas evitando que o ambiente fique excessivamente aquecido. Também existem os feromônios de apaziguamento, que podem ser colocados no ambiente para deixá-lo mais harmônico. Essas substâncias podem ser encontradas nas boas casas de produtos veterinários.

A especialista recomenda ainda colocar uma música ambiente em uma intensidade que vai competir um pouco com o som externo. “E, se possível, a pessoa pode ficar junto, porque a companhia acalma o animal. Mas tomando cuidado para não reforçar o comportamento de medo para o animal”, explicou.

Existe ainda uma técnica de enfaixar o cachorro, que funciona como um abraço, e pode trazer tranquilidade nos ambientes hostis. Segundo Vânia, a faixa levemente elástica deve passar pelo peito do cão e cruzar e amarrar nas costas.

Mudança de comportamento

Para Vânia, as pessoas poderiam abolir os fogos de artifício como forma de diversão. “Talvez usar os recursos de uma forma melhor, empregar o dinheiro para minimizar os danos ambientais e criar outros mecanismos de celebração social”, disse. “Mesmo estando no século 21, continua-se reforçando esse tipo de prática. Está na hora de mudarmos esse marco civilizatório”.

Segundo a especialista, muitas cidades estão conseguindo avançar em projetos de lei que regulam a comercialização e queima de fogos de artifício, como Campinas, Santos e Sorocaba, todas no interior de São Paulo. “Tem uma minimização, mas não resolve o problema”, disse.

Via Agência Brasil
Bicha Natalense
Bicha Awards é uma premiação da Bicha Natalense, maior site de entretenimento gay do Rio Grande do Norte.



















Foto: Vlademir Alexandre/Prefeitura do Natal

O melhor Réveillon de Natal vai acontecer na Redinha.

A grande festa para a chegada de 2018 reunirá cinco shows musicais, no largo ao lado da Igreja de Pedra, a partir das 22 horas.

Na contagem regressiva para o Ano Novo, haverá dez minutos de queima de fogos na Ponte Newton Navarro, e depois a festa retorna com música rolando até às cinco da manhã.

O Réveillon da Redinha – 2018 é uma parceria da produtora cultural Raquel Lucena com a Prefeitura do Natal.

O evento integra a programação do “Natal em Natal” e conta com os patrocínios da Prefeitura e do Banco do Brasil, viabilizados pelo Programa Djalma Maranhão de Incentivo à Cultura.

Confira a programação:

Shows Musicais

22h00: Nara Costa
23h30: Sueldo Soaress
01h00: Dudu Galvão
02h30: Panka de Bakana
04h00: Frevo do Chico

Show Pirotécnico

00h00: Dez minutos de queima de fogos
Foto: Divulgação/Montagem reproduzida do Portal Famosos Brasil
A novela teen "Malhação - Viva a Diferença", que nessa temporada tem como debate a inclusão e respeito à diversidade, dará um passo importante na próxima semana e vai exibir, pela primeira vez em 22 anos no ar, uma cena de beijo homossexual.

Na sua reta final, as personagens Lica (Manoela Aliperti) e Samantha (Giovanna Grigio) engatam um romance e terminaram juntas. A cena do beijo está prevista para ir ao ar na próxima sexta-feira (29).

As informações são do Portal Famosos Brasil.
Foto: Reprodução
Não tem Tom Jobim e Vinicius de Moraes com “Garota de Ipanema”, muito menos Ary Barroso com a sua “Aquarela do Brasil”. A primeira canção em português a entrar no top 20 global da plataforma de streaming é “Vai Malandra”, de Anitta.

Lançado na segunda-feira (18), a canção chegou ao 18º lugar do ranking de músicas mais ouvidas no mundo pelo Spotify. O single com participação de MC Zaac, Maejor, Yuri Martins e do grupo Tropkillaz marca o retorno de Anitta ao funk – e ao português -, após lançamentos mais voltados ao mercado internacional, em inglês e espanhol.

Na segunda-feira (18), dia em que foi lançado, o clipe alcançou 500 mil visualizações em 20 minutos.

Nesta quarta-feira (20) já havia ultrapassado a marca de 23 milhões de visualizações. Como se não bastasse, provocou polêmica e barulho nas redes também. O cantor e jurado do programa “The Voice Brasil” Lulu Santos postou em sua conta no Twitter assim que viu o clipe: “Caramba! É tanta bunda, polpa, bum bum granada e tabaca que a impressão que dá é que a MPB regrediu pra fase anal. Eu, hein?”.

A postagem de Lulu Santos, que por conta disto também foi parar nos trend topics do twitter, rendeu várias controvérsias nas redes.

Projeto CheckMate

O clipe é o último do projeto CheckMate, no qual a cantora divulga uma nova música com vídeo inédito por mês. “Vai Malandra” é uma parceria da cantora com MC Zaac, Maejor, Tropkillaz e Dj Yuri Martins.

Segundo ela, “a ideia de deixar ‘Vai Malandra’ para o final foi para a galera entender que a gente teria uma coisa Brasil e não ficar pensando que só seria uma coisa internacional. Para ver que teria um grande CheckMate, que é essa música”, disse.

“Mostro no clipe coisas que eu fiz quando morava em comunidade. Pegar sol na laje, não tinha Erika Bronze, mas colocava borrachinha do meu jeito”, contou Anitta, que disse ter recebido críticas sobre o motivo de colocar certas cenas no clipe. “Gente, é mostrar a realidade do que é”.

Via Revista Fórum

Foto: Reprodução
A fase "Witness" da Katy Perry ainda está rendendo.

Na tarde desta quarta-feira (20), a cantora lançou o clipe de "Hey Hey Hey", quarto single do álbum.

Confira:

Foto: Reprodução/Youtube
O região Nordeste segue como principal expoente do cenário LGBT musical no Brasil, tendo no histórico nomes de peso como as drags Pabllo Vittar e Kaya Conky.

Seguindo esse bonde, dessa vez é a cearense Nik Hot, de 21 anos, que pretende conquistar seu espaço com o hit "Eu Vou Sarrar", single lançado na tarde do último domingo (10).

Foram três meses de preparação (produção da música, figurino e coreografia) para o grande dia, que a marca a realização de um sonho que vem desde a infância.

"Eu adorava fazer da escova de cabelo um microfone, em frente ao espelho", relembrou Nik, autodenominada "bicha desconstruída", em uma rápida conversa com a Bicha Natalense.

"O processo de composição de 'Eu Vou Sarrar' foi bem doido. Eu estava sem fazer nada e aí comecei a cantarolar o início da música, e fui terminando de escrever,  até que em menos de meia hora já estava com a música pronta", contou, já adiantando ainda que para 2018 pretende lançar um EP.

Com três dias desde o lançamento, "Eu Vou Sarrar" tem pouco mais de mil visualizações no Youtube, mas se depender do refrão chiclete da música os números tímidos de estreia tem tudo para aumentar nas próxima semanas.

Confira:
Reprodução/Instagram
Karol Conka deu um soco na cara de um hóspede estrangeiro de um hotel, no Rio de Janeiro (RJ), nesta segunda-feira (11), para, segundo ela, defender duas garotas de assédio. A cantora usou o Instagram para relatar o ocorrido. Em um longo desabafo em vídeo, ela conta que o hóspede passou a mão nas garotas e disse que ninguém tomou nenhuma atitude.

Foto: Reprodução/Famosos Nus
Ele deu o que falar aqui na Bicha Natalense e agora está de volta, mais polêmico do que nunca, em vídeo pornô gay.

Foto: Reprodução
Criador das séries de sucesso Glee e American Horror History, o diretor Ryan Murphy anunciou esta semana que está produzindo uma série com o maior elenco de pessoas trans da história da televisão. Trata-se de “Pose”, série cuja as gravações começam esse mês e que será exibida pelo canal por assinatura FX.

Foto: Divulgação
De acordo com amostra de cerca de 35 milhões de entrevistas coletadas em seis anos pelo IBGE, o número de casais homoafetivos que moram juntos no Brasil cresceu 170% em cinco anos.