Em Mossoró, I Visibilidade Trans realiza mesa redonda para discutir políticas públicas

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O dia 29 de Janeiro é considerado o Dia Nacional da Visibilidade Trans, data que marca a luta pelos direitos humanos e respeito à identidade de gênero e em busca do direito à vida sem preconceito e discriminação.

Esta data é celebrada a partir de 2004, criada pelo Ministério da Saúde junto ao movimento brasileiro de travestis e transexuais, juntos lançando a campanha “Travesti e Respeito”, em reconhecimento à dignidade dessa população.

É importante destacar que as pessoas travestis e transexuais tem grande dificuldade no acesso à educação, ao trabalho e à saúde, assim como sofre violência e é desrespeitada diariamente.

Segundo dados da ONG TGEU (Transgender Europe), as pessoas transexual  são as mais violentadas no país. O Brasil ainda é considerado o país que mais mata transexuais no mundo, para se ter uma noção, segundo dados do IBGE a expectativa de vida dos brasileiros aumentou para 75 anos, porém a expectativa de vida das pessoas travestis e transexuais é de apenas 35 anos. O relatório do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, apresenta que entre as denúncias feitas pelo Disque Denúncias (Disque 100), 51,68% foram contra travestis, 36,77% contra gays e 9,78% contra lésbicas.

Diante disto, a Atransparência e o Coletivo DêBandeira estarão organizando  a I Visibilidade Trans, com a proposta de realizar uma mesa redonda com o tema “Políticas Públicas e a Presença das Pessoas Trans nas Universidades”. Será na UFERSA, especificamente no Auditório da LEDOC, no dia 30 de Janeiro, a partir das 14 horas.
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