Kim Kardashian está com doença séria no bumbum, afirma tabloide; saiba mais

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Foto: Reprodução
Não há dúvida que o bumbum da socialite americana Kim Kardashian, conhecida mundialmente por estrelar o reality show "Keeping Up with the Kardashians" ao lado da família, é um dos mais famosos entre as celebridades internacionais.

Desta vez, a parte traseira da Kim tem sido destaque na imprensa americana por um assunto sério.

De acordo com o tabloide "The National Enquirer", ela está com uma doença incurável no bumbum conhecida como lipedema, um distúrbio doloroso de acúmulo de gordura que leva ao alargamento e inúmeras complicações.

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“O bumbum de Kim está morto e o problema pode chegar também a seus membros inferiores (…) seu traseiro é como uma bolha prestes a estourar. Essa doença é muito perigosa, e Kim deve levar isso muito a sério, porque pode ser fatal”, garantiu a publicação.

LIPEDEMA

Lipedema é uma doença crônica, clinicamente diagnosticada e que afeta todo o tecido adiposo distribuído pelo corpo. Muitas vezes confundido com a obesidade ou o Linfedema, o lipedema apresenta uma progressão e, portanto, a gordura continua a acumular e pode causar complicações como cicatrizes, infecção, dor e falta de mobilidade.

A lipoaspiração, procedimento estético realizado em todo o mundo para remover os depósitos de gordura em excesso, está atualmente sendo adotado em alguns países (notadamente EUA e Alemanha) como um tratamento para aliviar a dor intensa provocada pela doença. De acordo com a Fat Disorders Research Society (EUA), apenas 12 médicos americanos realizam o procedimento especificamente para a doença. As medidas não-cirúrgicos, como a terapia de compressão e massagem pode ajudar, mas o lipedema não pode ser controlado com mudanças na dieta ou exercícios.

Os principais sintomas da doença incluem intenso inchaço das pernas, que fazem com que elas se alarguem dos tornozelos até os quadris, de forma desproporcional com o resto do corpo. Há também sensibilidade extrema, dor e hematomas, tornando difícil a mobilidade do paciente.

Não há exames de imagem ou laboratorial para diagnosticar a doença, sendo o diagnóstico baseado nos sinais clínicos e sintomas. Observa-se notadamente que o linfedema ocorre frequentemente com lipedema, porque as células de gordura entumecidas bloqueiam os canais linfáticos, causando edema adicional.

Um estudo de 2011 nos “Anais de Medicina de Reabilitação”, (há poucas descrições na literatura) descreve que o lipedema afeta as mulheres quase exclusivamente, e 15% dos doentes tinham uma história familiar da doença. A causa é desconhecida, mas suspeita-se que esteja relacionada com a genética ou com alterações hormonais, como a gravidez ou a menopausa.

O procedimento cirúrgico envolve múltiplas sessões (3 a 5 em media), a cada 3-4 meses e o volume aspirado deve obedecer aos limites de aspiração para cada paciente. No Brasil, até o momento, o procedimento não tem cobertura dos planos de saúde.

As informações são do TV Foco e Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica - Regional São Paulo.
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